É a nostalgia do que não se sabe.
Um sentimento a mais do que paixão
Vem, nos preenche, até que já não cabe,
Por si se basta e é prenhe de ilusão.
Um paradoxo e a única certeza,
O frenesi da gargalhada triste,
A fome com banquete sobre a mesa.
Mais redundante e intenso, não existe.
Pro cético, é um bafo de existência;
Na língua, a polpa da fruta, pro crente;
Pra quem o busca, a louca experiência.
Velou-me os olhos pleno anoitecer
E um sumo ácido inundou-me a boca:
Enfim o Amor... queria conhecer...
Um comentário:
O amor é um vento quente...
(Esta fala é tua, Nininha)
Que varre a tristeza e enche
de alegria o coração da gente
(Esta fala é tua, é minha...)
Beijo carinhoso, Sara
Rudá
Postar um comentário